quinta-feira, 25 de setembro de 2014

AÉCIO SOBE NAS PESQUISAS, DILMA OSCILA E MARIA CAI

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Pra quê um telefone público se eles são destruídos constantemente e poucas pessoas utilizam?

Eu não entendo porque as operadoras de telefonia ainda não conseguiram viabilizar as ligações para 0800 pelo celular. Como quase não usamos mais o telefone fixo, diante da necessidade de fazer uma dessas ligações, temos que sair procurando um telefone público. O amigo andou em dois bairros procurando um telefone público, o famoso orelhão, a fim de fechar um negócio com uma empresa que não fechava devido a necessidade de liberação da operadora de cartões que só se consegue pelo número 0800. Quando achou um, estava faltando o fone. 
                                                                                    Não há uma cidade em que se consegue encontrar facilmente um funcionando. Já que a cultura do nosso povo e de destruir o patrimônio público, mesmo sabendo que seu semelhante possa precisar algum dia, porque o governo não para de fingir que está tudo bem?  Vez ou outra manda a empresa consertar um em muitos danificados. A gente paga nossos impostos para ter alguns direitos. Mas dá pra contar nos dedos os que conseguimos, mesmo que precariamente. 
                                                                                 Então minha sugestão é: acabar com os telefones públicos(pena) e o governo providenciar a liberação das ligações de celular para o 0800. Ora, quase ninguém usa mais o telefone público. Hoje poucas pessoas não possuem telefone celular, exceto nos lugares onde ainda não há cobertura de celular. Absurdo, mas apesar de ouvirmos na campanha eleitoral a melhoria na telefonia, sabemos que que em muitas cidades do País não possuem esse benefício e em alguns lugarejos, as pessoas nunca tocaram num aparelho de celular.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

RESUMO DO QUE PODE E O QUE NÃO PODE NAS ELEIÇÕES 2014

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE NAS ELEIÇÕES 2014

Pode 
- Nas fachadas das sedes e dependências dos partidos e coligações;
 - Usar alto-falantes ou amplificadores de som nas sedes ou em veículos (das 8h até as 22h); 
- Distribuir material de divulgação institucional, desde que não traga o nome, número de candidato e o cargo em disputa.   Utilizar sonorização fixa e trio elétrico durante os comícios. Desde que respeite o horário compreendido entre as 8h e as 24h. Distribuir material gráfico, fazer caminhadas, carreatas ou utlizar carro de som que transite pelas ruas das cidades divulgando jingles ou mensagens de candidatos. A regra vale até as 22h do dia que antecede a eleição (sábado, dia 2). Colocar cavaletes, bonecos do candidato, cartazes, mesas para distribuição de material de campanha e bandeiras ao longo das vias públicas —desde que possam ser retirados e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos. A propaganda também não pode ultrapassar 4m². A regra vale até as 22h do dia que antecede a eleição (sábado, dia 2). Em bens particulares (como casas) é permitido fixar faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, desde que não ultrapassem o tamanho de 4m² e não contrariem a legislação eleitoral. Distribuir de folhetos, santinhos e outros impressos. No entanto, o material deve ser editado sob a responsabilidade do partido político, da coligação ou do candidato. Também é preciso ter o CNPJ ou CFP do responsável pela confecção do material,  de quem o contratou e a respectiva tiragem. Na internet, no site do candidato ou do partido e coligação desde que o endereço eletrônico seja comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado em provedor de serviço de internet estabelecido no Brasil. E-mail, blogs, redes sociais (como Facebook, Orkut e Twitter), sites de mensagens instantâneas, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa. 

Não Pode Alto-falantes ou amplificadores de som a menos de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, das sedes dos órgãos judiciais, dos quartéis e de outros estabelecimentos militares; dos hospitais e casas de saúde; das escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros (quando em funcionamento). Confecção, utilização, distribuição por comitê de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor. Showmício com artistas. Nos bens do poder público e nos de uso comum, como postes de iluminação pública e semáforos, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus, é proibida a veiculação de propaganda de qualquer tipo. O candidato notificado tem prazo de 48 horas para removê-la e restaurar o bem, sob pena de multa no valor de R$ 2.000 a R$ 8.000. Também não pode fazer propagandas em cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que privados. Outdoors, sujeitando à imediata retirada da propaganda irregular e ao pagamento de multa no valor de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50. Propaganda paga na internet, em sites de pessoas jurídicas e de órgãos governamentais, tem multa prevista de R$ 5.000 a R$ 30.000.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/eleicoes/o-que-pode-e-nao-pode/antes-da-eleicao.jhtm

Eu voto no Coronel Piccinini para Deputado Estadual - MG


Quantas pessoas votam nos candidatos a deputado, estadual ou federal, passam o período do mandato daquele que fora eleito, cujos votos dessas pessoas contribuíram, não sabem o que fizeram. Na verdade, muitos votam porque alguém pediu; algum nome que ficou na memória; por algum protesto e, por convicção, poucas pessoas. Eu voto no Coronel Piccinini, 401 190,  por  ter tido a oportunidade de tê-lo como meu Comandante de Academia. A APM, uma das mais sérias Unidades de ensino do País. Diferente dos eleitores que nunca sabem o que fizeram seus candidatos durante o mandato, eu sei que vou poder cobrar  do Coronel e serei atendido. Sua seriedade é tanta, que melhor dizendo, não precisarei cobrar, pois ele vai antecipar e, com certeza, vai mostrar ao longo dos anos o que vai estar fazendo, propondo, e pelo que vai estar lutando. Vereador em Belo Horizonte, em pouco tempo já podemos mensurar sua participação na casa, cumprindo o que prometeu na campanha do pleito que o levou pra lá. 
                      

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Datafolha: uma boa e uma má notícia para Marina Silva Por Matheus Pichonelli-Blog

Datafolha: uma boa e uma má notícia para Marina Silva

Foto: Vagner Campos/ MSILVA Online
Marina Silva virou vidraça há mais ou menos um mês. Com chances reais de garantir a vaga no segundo turno, e lá bater a presidenta Dilma Rousseff, a candidata do PSB, após substituir o presidenciável Eduardo Campos, morto em um acidente de avião, sente na pele as dores e as delícias do protagonismo e da megaexposição.
Assustados, os adversários tentam colar nela a pecha de uma candidata dúbia, sem posição definida sobre as leis trabalhistas, a Anistia e os direitos humanos, e com propostas de gosto duvidoso sobre a exploração do petróleo na camada do pré-sal e a independência do Banco Central.
A artilharia parece provocar efeito. Desde o dia 29 de agosto, quando atingiu 34% das intenções de voto no Datafolha, Marina oscila mas não cai. Agora caiu. Na última pesquisa do instituto, divulgada na quinta-feira 18, ela já aparecia com 30%, sete pontos percentuais atrás de Dilma e 13 na frente de Aécio Neves, de quem já teve margem de distância de 20 pontos.
O enquadramento da candidata parece claro, mas dele é possível tirar duas leituras. Uma é que, de fato, a candidatura da ex-senadora está encolhendo. Se a tendência se confirmar, Dilma e Aécio terão cerca de 15 dias e tempo de tevê de sobra para reforçar a artilharia e fazer com que a rival chegue à data-limite da eleição fragilizada e sob risco de ficar de fora do segundo turno – o sonho de consumo tanto de petistas como dos tucanos.
A outra leitura é que, diante da artilharia e do tempo disponível para se defender, o tombo ficou de bom tamanho. Por essa lógica, se em 30 dias nenhum tiro alvejou o peito da candidata, os disparos não devem provocar maiores estragos até 5 de outubro. Afinal, com o cenário das atuais candidaturas consolidado, Aécio jamais passou da linha dos 20 pontos. E Dilma jamais atingiu os 40. Marina está atrás de Dilma, ainda a venceria no segundo turno, e tem vantagem considerável, embora nunca segura, em relação ao terceiro colocado.
Qualquer mudança nesse quadro pode depender, a partir de agora, mais dos esforços dos candidatos em seus redutos do que da desconstrução em curso da ex-ministra. É a chamada correção de rotas. Aécio retoma fôlego em Minas, onde até ontem aparecia em terceiro lugar e agora promete não cochilar. Marina, que em um mês viu a rejeição à sua candidatura dobrar, já não é a favorita no Sudeste nem entre os jovens. Dilma, por sua vez, segue nadando de braçada no Norte e no Nordeste, onde o rival tucano já jogou a toalha. Mas terá dificuldades se não encurtar as distâncias em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País.
É possível uma reviravolta a essa altura do campeonato? É difícil, mas já aconteceu. No estafe tucano, os apoiadores de Aécio lembram da desidratação da candidatura de Celso Russomano, do nanico PRB, em 2012. Fernando Haddad (PT), que acabou eleito, começou a subir mais ou menos nessa época da disputa. Mas São Paulo não é o Brasil e o PSB não é o PRB, embora não tenha a mesma base e militância de tucanos e petistas.
Nas últimas eleições presidenciais, apenas em 2002 houve uma queda como a esperada pelos tucanos. Ainda assim não tão brusca. Ciro Gomes, então candidato do PPS, chegou a encostar em José Serra (PSDB) com cerca de 20% dos votos em meados de julho, mas viu a rejeição do eleitor disparar após dizer que a atriz Patricia Pilar, com quem era casado, tinha como única missão na campanha “dormir com ele”. No fim de setembro, Ciro tinha 13% das intenções de voto no Datafolha. Terminou com menos de 12%. Naquela disputa, entretanto, havia quatro candidatos competitivos. Garotinho, que empatava com Ciro no fim de setembro, encerrou a disputa com 17% dos votos.
Talvez a melhor inspiração para os tucanos seja o desempenho da própria Marina Silva, então no PV, em 2010. Mais ou menos nessa época da disputa, ela figurava no Datafolha com 11% das preferências dos eleitores. Terminou a corrida, 15 dias depois, com 20% dos votos. Não chegou a mudar a ordem de chegada, mas causou estrago suficiente para forçar o segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra.
Por isso qualquer análise definitiva exige cautela. Qualquer oscilação a partir de agora pode provocar um tsunami até 5 de outubro. Só não se sabe para onde a onda oscila. Nem qual lado será engolido.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Aécio sobe nas pesquisas

Aécio sobe nas pesquisa

Passada o efeito Marina decorrente do acidente envolvendo o então candidato à presidente, Eduardo Campos, aos poucos o eleito vai percebendo que do jeito que está não dá pra ficar e a Marina não significa mudanças. Eu acredito que o Aécio é o mais coerente entre todos os candidatos. Não sei que seja perfeito, mas é o que apresente mais propostas concretas e possibilidade de apoio no governo.
Vamos ver o que vai dá.
Estranha é essa pesquisa em Mina Gerais: Aécio perde para Dima e Marina enquanto Anastasia, para senador, dispara  na frente. Ora, Anastasia foi governador porque foi indicado pelo Aécio que continuou caminhando com ele...os mesmo eleitores de um não são do outro?

MINHA GIOVANA NO FEMUSA ENTREGANDO O VIOLÃO AO ARTISTA SORTEADO

MINHA GIOVANA NO FEMUSA ENTREGANDO O VIOLÃO AO ARTISTA SORTEADO
MINHA GIOVANA

MINHA DAMIRES E MINHA GIOVANA

MINHA DAMIRES E MINHA GIOVANA
PRESENTES DE DEUS

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BRINQUEDO DE CRIANÇA!

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MINHA GIOVANA
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