O que os brasileiros de juízo questionam não é apenas o gasto com as arenas, mas o que vai acontecer com elas após o evento. Em Roraima, Amazonas, Rondônia, onde não há clubes de expressão, ou seja, que não disputam nem a segunda divisão do Brasileiro, após a Copa do Mundo vão ter que se contentar com a coragem de Flamengo, Coríntias e outros de grande torcida para mandarem seus jogos para esse locais.
Há coisas que não se pode envolver a política. É o que está acontecendo. O governo de determinado estado quer fazer ser prestigiado de qualquer forma. Os políticos que mandam não conseguem dizer não e argumentar; não conseguem mostrar o que todo mundo sabe: incoerência.

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